Faltam apenas quatro dias para o início de um novo ano. O dia de Jano, deus dos portões. E tal luz que está por detrás dessa porta, vem iluminando todas as sombras que esforçamos em esconder durante o ano. Este não foi glorioso, pelo contrário, há todo momento, a vida insistia em nos mostrar a dor. O luto foi universal. Todos nós perdemos algo ao decorrer dessa caminhada. Infelizmente, alguns perderam apenas as máscaras que escondia tamanha perversidade e ganância. Vimos pessoas revelarem seu egoísmo, colocarem sua vida a frente de outra. Tudo pegou fogo. Das ruas ao pantanal. Veio a tona, a necessidade de nos cuidarmos. Em coletivo. Amor quando é singular, é expressão do ego. O amor precisa ser revolucionário. Forte. Potente. Transformador. Que começamos o ano que vem com a força necessária para vencermos as opressões que nos limitam. Que nunca percamos a fé naquele que rege nossos caminhos. E em como uma reza eu te peço, tire esse véu que me impede de ver a Verdade. Me coloque em movimento. Guiando meus passos nas encruzilhadas da vida. Não me deixe cair no erro de perder a fé naquele que está no ontem e no amanhã.
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